
UNIDADE I
Olá! Tenho poucas experiências com alunos com necessidades especiais, mas vou relata-las aqui, e espero que durante esse semestre aprenda com essa disciplina e com a troca com os colegas um pouco mais sobre como lidar com essas crianças que precisam tanto de nossa atenção e nossa ajuda.
A experiência mais marcante que tive foi nos anos de 2000 e 2001. Eu tinha acabado o magistério (aproveitamento de estudos), já tinha feito alguns concursos para poder exercer minha nova profissão e enquanto esperava resolvi ser voluntária na Escola Vida Nova aqui em São Leopoldo. Esta escola é uma escola regular, particular (que se mantem a muito custo), que atende crianças desde a educação infantil até o nono ano( na época 8ª série), a grande maioria de surdos e com outras várias deficiências. Os alunos menores são os que apresentam mais casos de deficiencia mental, paralisia cerebral, altismo,etc. Os mais velhos, de 5ª,6ª,7ª e 8ª são os que apresentam maioria com apenas surdez, embora existam muitos pequeninos surdos. Mas, essa escola atende também alunos ditos "normais". Fui trabalhar na biblioteca da escola pela manhã e a princípio foi bem chocante assistir aquelas cenas de crianças tão pequenas em cadeiras de rodas, sem movimentos, alguns sem reações, foi bem difícil. Mas eu só atendia aos maiores, e como tinha feito o curso de extensão de LIBRAS a pouco tempo não tive muitas dificuldades, e os que tinham algum outro comprometimento vinham pouco naquele ambiente. Logo percebi que os surdos ali eram tratados normalmente, com toda naturalidade e comecei a me sentir muito bem ao perceber que eles gostavam de mim. O ano passou , e em 2001 fui convidada a dar aula de ciencias para as 4ªs e 5ªs séries. As turmas eram mistas, de surdos e ouvintes. No inicio foi meio complicado, até eu acostumar, tinha praticamente que dar duas aulas, mas com o tempo tudo ficou muito legal. Os alunos me ajudavam, eles percebiam quando eu ficava com algum problema e era bem bacana como tudo fluia. Alguns tinham uma linguagem diferente da que eu sabia(muitos trazem linguagens diferentes de casa) e eu me atrapalhava, mas nós riamos juntos, chegavamos a um acordo e iamos em frente. Eu usava com eles muito material visual, de livros, desenhos, cartazes, retroprojetor,etc e faziamos experiencias em aula, desenhos, montagens em grupos, era bem gratificante. Infelizmente só fiquei um semestre com eles, depois fui chamada no município e me ofereceram uma extensão de carga horária, tive que fazer uma opção que na epoca foi bem difícil.
Não sei se estava fazendo um bom trabalho, se era uma ótima professora, mas na época aquela experiência foi muito importante. Entre aqueles alunos fiz muitas amizades e acho que foi uma troca bem produtiva.
Por enquanto é isso...
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UNIDADE II
Minha escola pertence a Rede Municipal de São Leopoldo. Nela oferecemos o ensino fundamental, da educação infantil a 8ª série, a setecentos e cinquenta alunos aproximadamente. Somos um grupo de 43 professores.
Deste total de alunos, temos 115 casos de crianças com algum tipo de necessidade especial. Temos alunos com paralisia cerebral, sindrome de down, hiperatividade, altismo, déficit intelectual, déficit de aprendizagem e de atenção, deficiência visual, transtornos globais, problemas na fala e cadeirantes. Muitos desses não tem um laudo específico e definitivo, alguns casos foram detectados pelos professores e encaminhados a um atendimento por um médico neurologista ou psicólogo, dependendo do caso.
Os alunos da rede municipal com necessidades especiais são encaminhados ao Nappi, órgão que oferece um atendimento paralelo a classe regular, atraves de profissionais especializados ( fonoaudiologos, pedagogas, psicologos, etc), proporcionando a essas crianças a construção do conhecimento atraves de atividades diferenciadas e específicas para cada caso. Além do Nappi, a rede municipal conta com tres Salas de Recursos em atividade e uma a ser inaugurada no final de abril. Essas salas funcionam nas escolas, e apoiam ao Nappi, atendendo os alunos de toda a rede. Minha escola possui uma dessas salas.
A Sala de Recursos da minha escola atende atualmente a vinte e seis crianças, das quais oito são da escola, e possui vaga para mais umas dez. Quem encaminha essas crianças para a Sala é o Nappi, que recebe os relatórios das escolas, classifica e distribui de acordo com a necessidade e disponibilidade de horários. Os atendimentos podem ser em grupos, duplas ou individuais, dependendo de cada situação. Antes de iniciar os atendimentos é feita entrevista com os pais, que também irão participar do processo de aprendizagem dos filhos e de reuniões periodicas com a equipe responsável do Nappi. Atualmente a sala atende alunos com PC, síndrome de down, deficit intelectual, altista e um surdo, todos do ensino fundamental, mas a partir do mes que vem passará atender também alunos da aducação infantil e EJA.
A estrutura física da escola foi toda construída para poder receber esses alunos. A escola tem tres andares, por isso tem elevador e rampa de acesso para cadeirantes. Os banheiros também são adaptados, bebedouros, pátio,etc.
Por ser uma escola que convive com muitos casos de necessidades especiais as crianças estão bem habituadas com as diferenças por isso tudo é bem natural.
Entre os professores as angustias são normais, mas existe uma grande cooperação entre o grupo, tornando tudo mais fácil. Todos se ajudam, trazem ideias, buscam informações, trocam experiencias e aos poucos os resultados vão aparecendo.
Fico feliz de estar em uma escola que aceita as diferenças e se preocupa em fazer o melhor por essas crianças. Sei que temos muito ainda o que aprender sobre essas questões, mas penso que já evoluimos muito. Em pensar que a tão pouco tempo essas crianças eram escondidas e impedidas de participar e frequentar as escolas... Com certeza estamos no caminho certo.

“Amar é descobrir que a deficiência do próximo, faz parte do perfeito mosaico humano”.
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UNIDADE III
Na rede municipal de São Leopoldo, quando pensamos em alunos com necessidades especiais e em serviços especializados para atendimentos a esses alunos logo lembramos do NAPPI.
O NAPPI, Nucleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão, no seu foco terapêutico-pedagógico e no atendimento educacional especializado, apoia as trinta e sete escolas de ensino fundamental e as sete escolas de educação infantil da rede municipal, atendendo os alunos com necessidades especiais e suas famílias.
As escolas identificam os casos e enviam um relatório ao NAPPI, que chama o aluno e a família, faz uma entrevista e uma nova avaliação, e de acordo com cada caso passa a oferecer atendimento. Esses atendimentos geralmente são semanais para os alunos e mensais para as famílias, que devem acompanhar o desenvolvimento dos seus filhos. Esse núcleo conta com uma equipe especializada e apta a fazer os diversos tipos de atendimentos que lhes são encaminhados.
Ligadas ao NAPPI, a Rede Municipal conta ainda com tres salas de recursos e mais uma que será inaugurada nos próximos dias, que funcionam em quatro Escolas Municipais e oferecem atendimento a todas as crianças do município. Em média, atualmente, cada sala está atendendo em torno de 30 casos.
Abaixo, alguns dados fornecidos pelo NAPPI, referente aos atendimentos efetuados no ano de 2008:
-Total de atendimentos: 376 ( 347 alunos e 29 famílias), 126 meninas e 221 meninos.
-As necessidades:
- Síndrome de Down: 10
- Transtornos globais do desenvolvimento: 294
- Altas habilidades/ superdotados: 04
- Deficiência auditiva: 01
- Surdez: 01
- Deficiência física: 10
- Deficiência mental: 19
- Deficiência múltipla: 06
- Deficiência visual: 01
ESTUDO DE CASO
O aluno que vou descrever, tem 14 anos e está cursando a 4ª série atualmente, vou chama-lo aqui de NN.
NN foi matriculado na escola no ano passado, 2008, na quarta-série, já vinha repetindo o ano de uma escola não tão distante. Logo de início sua professora já detectou os problemas que o menino apresentava, na aprendizagem e no comportamento em geral. Quando conversou com a mãe suas suspeitas só foram confirmadas. NN tem sérios problemas psiquiátricos desde bem novinho, por esse motivo apresenta muitas dificuldades de aprendizagem. Até chegar a quarta série foi avançado nas outras séries, apresentando atualmente muitas lacunas na aprendizagem.
NN faz acompanhamento com psiquiatra e psicólogo no CAPS Capilé, e frequenta um projeto no contra-turno na AMENCAR para desenvolver suas habilidades.
Em sala de aula o aluno não para um minuto, fala o tempo todo(mesmo sozinho,pois muitas vezes os colegas não lhe dão atenção), é irritado, não quer fazer as atividades, em momentos mais críticos grita, canta alto, joga coisas pela janela, provoca os colegas e cria situações de risco para todos(brigando, agredindo,etc).
Conversando com sua professora, soube que ele toma muitos remédios, mas troca frequentemente, pois o psiquiatra diz não ter encontrado o medicamento ideal para o seu caso. No inicio do ano ele tomava uma medicação que o fazia dormir quase uma hora durante a aula, e quando acordava estava mais ligado do que nunca. Depois ele trocou por outra que o deixava extremamente agitado, então trocou novamante. E assim vai. A mãe, também cansada dessa situação, muitas vezes é chamada na escola e não aparece, "escapando" da responsabilidade.
Em conversa com a supervisora da escola sobre um possível laudo médico de NN, fui informada que o psiquiatra diz que a criança apresenta traços de disturbio bipolar e de psicose, mas que sua personalidade está se formando e que é cedo para dar um diagnóstico oficial.
Enquanto isso, a professora pacientemente, buscando informações e ajuda de todos faz o seu possível para ajudar NN a superar suas limitações. Mas coloca que se sente muito desanimada e desamparada, e sente medo de não estar fazendo um bom trabalho.

Continuando...
Nos últimos dias estive em contato com a professora de NN para colher mais informações sobre seu caso.
A professora coloca, e isso eu pude observar no tempo em que fiquei presente em sala de aula para poder enxergar um pouco do comportamento da criança, que ele continua com os mesmos sintomas. É super agitado, não se concentra nem um minuto em uma atividade, fala sem parar (sobre qualquer coisa, e sozinho) atrapalhando os colegas, caminha pela sala, e por vezes tem momentos de irritabilidade e até agressividade( principalmente quando os colegas o evitam ou até o xingam, pois esse esta atrapalhando alguma atividade).
A mãe foi chamada a escola para conversar com a professora, e atraves dessa conversa a qual iria participar solicitariamos mais detalhes sobre o tratamento deste aluno. Mas infelizmente a mãe não compareceu. Como já aconteceu em outras ocasiões, conforme relato da professora, a mãe "foje" dessas situações.
Assim não trouxe para esse relato nenhuma novidade em relação ao caso de NN, mas estou em contato com a professora e assim que conseguirmos falar com essa mãe relatarei aqui.

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Estudo de Caso - Continuação
Novamente durante a semana que passou estive na sala de minha colega para poder observar nosso aluno NN.
O comportamento e as atitudes do menino não mudaram, continuam as mesmas. O que mudou segundo a professora, que está muito preocupada, é a reação das outras crianças da turma em relação a esta realidade, em relação a NN. NN continua inquieto, muitas vezes agressivo, atrapalhando as aulas e os colegas, que estão questionando porque isso tem que continuar.
A professora contou que devido ao comportamento de NN a rotina da sala de aula não é normal. Por exemplo: na aula de informática ele não deixa ninguem trabalhar, então ele tem que ficar sozinho em um computador. Por esse motivo os outros alunos agora querem saber porque NN tem esse direito, de ter um computador só pra ele( enquanto os outros trabalham em duplas ou em trios) se é ele que incomoda e atrapalha? Por que ele pode sair da sala quando fica nervoso e demorar, quando se fosse outro não poderia? Os alunos da turma estão muito incomodados com essa situação e cobrando da professora, que me confessou (chorando) que está muito abalada com tudo isso. Ela sabe que NN tem problemas sérios, mas ao mesmo tempo entende a irritação dos outros alunos.
Enquanto fiquei na sala pude perceber que NN não liga nem um pouco para o que os colegas sentem, entende que está atrapalhando e ao meu ver tem um certo prazer em ter esses privilégios, e ver que seus colegas não concordam.
A professora esteve com uma das psicologas que trata de NN a duas semanas, e o comentário dela foi que a mãe é a causa principal deste comportamento do garoto. Que o problema que ele tem se agrava muito em virtude das atitudes da mãe, que o protege e não dá nenhum limite aos seus atos.
Observo sempre que a professora está dando tudo de si para que o melhor seja feito para NN, mas que sofre muito por perceber que não está conseguindo mais suportar essa situação. Me falou que fica tranquila e feliz quando ele falta aula, que sua aula fica maravilhosa, mas que se sente culpada em se sentir assim.
Vou continuar observando esse caso e logo trarei mais informações.

UNIDADES VI / VII
Trabalhar com o aluno NN em sala de aula não é muito difícil, embora exija paciencia e dedicação. Pelo que observei, e através dos relatos da professora, o garoto acompanha bem o resto do grupo em quase todas as atividades, inclusive não gosta quando percebe que está tendo alguma atividade diferente. Como ele tem dificuldades diversas de aprendizagem, e não é o único com dificuldades da turma ( embora o seu diagnóstico seja complicado), a professora procura trabalhar sempre com atividades diferenciadas, utilizando muitos jogos, música, brincadeiras e todo tipo de material que auxilie o desenvolvimento dos alunos.Porém pelo temperamento de NN, por ele não parar quieto, estar sempre muito agitado, ela tem bastante dificuldade em conseguir manter a turma concentrada e calma.
Depois de observar esse aluno durante o semestre, penso que é muito importante que o professor perceba que em cada turma existem "n" tipos de necessidades diferentes, que cada criança é diferente e tem seu ritmo e um potencial a desenvolver.
Acredito que os alunos com necessidades especiais que estão incluídos em turmas de alunos "normais" tem um grande benefício nesta convivência, mas que todos os alunos das turmas de inclusão também se beneficiam com essa convivência. As crianças aceitam muito bem as inclusões e são muito solidárias e carinhosas com os alunos "diferentes". Nas turmas com alunos com necessidades especiais se cria um sentimento de cooperação entre os alunos e o professor, e mesmo em casos mais complicados como o que observei, pois NN as vezes é irritante com os colegas, agressivo, as crianças reclamam mas demonstram um sentimento diferenciado pelo garoto, o acolhem e o protegem. Também acho que a professora que convive com um aluno especial se torna uma pessoa mais sensível, trazendo assim benefício para todos os alunos.
Quanto a avaliação posso afirmar que, apesar de não ser uma tarefa fácil, é feita com muito cuidado e responsabilidade. Todos os professores envolvidos com o aluno, em conjunto, observam os progressos alcançados por ele, apontam os crescimentos, discutem atitudes e com auxílio da supervisão da escola elaboram um parecer descritivo.
Tudo o que é feito em relação a esse e a outros alunos com necessidades especiais é com muita boa vontade e desejo de acertar. Penso que não temos uma receita certa para seguir pois cada caso tem suas particularidades, cada criança apresenta características e necessidades diferentes, pois CADA SER É DIFERENTE E ESPECIAL .

Comments (8)
lenise.pead@... said
at 1:41 pm on Apr 19, 2009
Olá, Silvana:
A descrição da escola em que trabalhaste foi bem detalhada e permitiu identificarmos um universo bastante interessante m relação a deficiência auditiva. Indico que procure delimitar a tua análise em um determinado sujeito c/NEEs para vançar na satividades referentes ao dossiê de inclusão. Um aspecto que vale a pena tu desenvolveres mais refere-se as difererntes linguagens que os alunos trazem de casa. Aprofundar as questões da comunicação entre professora e aluno é um elemento riquíssimo no campo das aprendizagens inclusivas.
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 11:18 am on May 2, 2009
Gostei muito do teu relato sobre a Unidade 2 enfocando as políticas de inclusão escolar. O teu texto está bem elaborado, apresenta dados precisos e as tuas reflexões são claras.
Continue aprofundando as leituras propostas em cada Unidade para qualificar cada vez mais a tua análise crítica sobre a temática proposta na interdisciplina, ao longo das unidades de trabalho.
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 6:41 pm on May 24, 2009
Silvana, o teu texto está bem fundamentado e apresenta dados significativos sobre os serviços de apoio especializados do municipio em que atuas profissionalmente. Parabéns pelo teu envolvimento com a temática em estudo de nossa interdisciplina.
profª Lenise
lenise.pead@... said
at 6:43 pm on May 24, 2009
Estamos aguardando o teu relato sobre o estudo de caso.
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 2:40 pm on May 27, 2009
Muito bem, Silvana. O teu relato apresenta um caso que é bastante delicado por compor o universo das doenças mentais, espaço sujeito a inúmeras mudanças quando se refere ao desenvolviemnto infantil. Sabemos que nesses casos os avanços são muito lentos, mas não há como ser diferente e a paciência e a determinação são virtudes a exercemos em todos os momentos. Certamente, a professora está fazendo o melhor possível e a realização de registros sitemáticos é fundamental para podermos avaliar o caso e compor o dossiê do aluno. Parabéns pelo trabalho de pesquisa e envolvimento com a atividade do dossiê de inclusão.
Profª Lenise
Gi said
at 12:51 pm on Jun 19, 2009
Olá Silvana...As reflexões apresentadas sobre teu sujeito em estudo, contextualiza bem suas relações em sala de aula, assim como o envolvimento da família neste processo de inclusão.Sabe-se que a educação é o alicerce para o desenvolvimento de qualquer cidadão, e que incluir um aluno com necessidades educacionais especiais e garantir a possibilidade de seu crescimento, só será possível quando tivermos professores, família e poder público envolvidos e realmente comprometidos com a educação. Sabemos que a caminhada é longa, mas é preciso lutar para que se garantam a todos as mesmas oportunidades de acesso a todos os bens produzidos socialmente. Qualquer dúvida entre em contato. Abs,Gi
lenise.pead@... said
at 1:55 pm on Jul 5, 2009
Silvana, de acordo com as reflexões que elaboraste até aqui podemos concluir que você realizou as atividades propostas entre as Unidades 3 a 5 relacionadas ao estudo de caso apresentado para análise. Entretanto, para poderes concluir o teu dossiê de inclusão deves elaborar um novo texto a partir das questões referentes as Unidades 6 e 7 que seguem abaixo:
10.Quais as práticas pedagógicas inclusivas possíveis de serem efetivadas em sala de aula com o sujeito escolhido por você para o estudo de caso?
11. De que maneira(s) a presença de alunos com NEEs no ensino comum pode contribuir para a facilitação das aprendizagens da turma como um todo?
12. Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
13. Quais as contradições em relação ao que foi observado?
14.Como é feita a avaliação do sujeito da pesquisa durante o ano letivo (parecer descritivo, por exemplo)?
15. Essa avaliação dá conta das possibilidades e competências do sujeito observado?
Estamos no aguardo.
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 10:50 pm on Jul 7, 2009
Silvana o teu texto final aponta conclusões pessoais que revelam o teu envolvimento com os temas de estudo desenvolvidos ao longo do semestre em nossa interdisciplina. Dessa forma, conseguiste aliar as leituras realizadas com o teu processo de questionamento deixando o teu dossiê de inclusão bastante interessante.
Muito bem!
Profª Lenise
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